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22/09/2023

Entenda a importância do Setembro Amarelo

Estimular os debates e ações sobre os cuidados com a saúde mental nunca estiveram em pauta como agora. A campanha Setembro Amarelo® já faz parte do calendário das instituições brasileiras, ganhando mais visibilidade a cada ano.

Com o tema, “Se precisar, peça ajuda”, diversas regiões realizam campanhas para a valorização da Saúde mental e vida. No Brasil, atuante há 61 anos, o Centro de Valorização da Vida (CVV), oferece profissionais e voluntários que auxiliam pessoas com crises.

O acolhimento e diálogo são as principais ferramentas para ajudar pessoas em situações dolorosas, segundo Maurício Rodrigues, voluntário do CVV. O assunto suicídio, mesmo sendo sensível, precisa de mobilização e destaque na sociedade.

Orientações da OMS para o Setembro Amarelo

Entre as recomendações mais recentes da Organização Mundial da Saúde (OMS), é de não utilizar a palavra suicida, mas pessoa que se suicidou, se matou ou tirou a própria vida. A ideia é diminuir o estigma em relação ao suicídio.

Além disso, a OMS orienta os veículos de comunicação para que não divulguem fotos, mídias, nem o método utilizado, com o objetivo de não estimular novos atos ou impressionar a população.

Outra recomendação da OMS é facilitar o acesso aos tratamentos, divulgar informações sobre os principais sinais de ansiedade e depressão e, canais de ajuda. Conheça os sinais de risco ao suicídio e veja como ajudar.

Principais fatores de risco ao suicídio

Transtornos mentais: geralmente, as pessoas apresentam pelo menos uma doença psiquiátrica. A Depressão, o uso de drogas e o transtorno bipolar são alguns problemas que devemos prestar atenção.         

Histórico: quem já tentou suicídio uma vez tem muito mais chances de tentar fazê-lo novamente.       

Ideação suicida: afirmações de desesperança, desamparo e manifestações como; “eu preferia estar morto” devem ser observadas.        

Despedidas: comportamentos de despedidas podem indicar preparação para o suicídio. Mensagens em redes sociais, elaboração de testamentos, doação de posses, indicam sinal de alerta.        

Estressores crônicos ou recentes: um dos exemplos mais próximos que temos é o surgimento da pandemia. A Falência, perda de um ente, desemprego, são fatores que podem desencadear pensamentos suicidas. 

Locais perigosos: acesso aos locais com altura significativa, armas de fogo, medicações de uso controlado e outros, podem aumentar as chances de uma tentativa de suicídio.

Impulsividade: o suicídio costuma ser pensado, mas o desejo pode se concretizar a partir de um evento muito negativo na vida da pessoa, que pode agir no impulso. A ação é transitória, por isso, se existe indicação de que possa ocorrer, é preciso estar atento.

Quem está em sofrimento intenso não vê saídas para solucionar seus problemas a não ser tirar a própria vida. O sofrimento pode impedir o raciocínio e, por isso, a ajuda e a escuta são tão importantes.

Veja as principais medidas preventivas

Escute: escutar pode fazer a diferença. Coloque-se à disposição para conversar.

Não compare sentimentos: cada um sente a dor de forma única e comparações são danosas. Reagimos às coisas de formas diferentes.

Fique atento: uma escuta ativa, a fala calma e olhos nos olhos ajudam quem está em sofrimento a se sentir mais seguro e confiante. Se doe nesse momento.

Não seja preconceituoso e nem julgue quem está em sofrimento. Quem procura sua ajuda quer acolhimento e compreensão.

Se disponha a ajudar com orientação profissional: tanto sofrimento pode estar relacionado a uma doença mental e pode ser tratado.

Procure ou indique auxílio e apoio emocional no Centro de Valorização à Vida, o atendimento funciona 24h, pelo número 188 ou pelo chat.

Se precisar, peça ajuda!

Para saber mais sobre o Setembro Amarelo, veja em nosso blog. 🎗️